Afinal, qual o impacto dos votos mais recentes do Congresso?
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Em uma das semanas mais agitadas do ano em Brasília, a Câmara aprovou duas medidas que mudam o jogo entre Congresso e Judiciário: PEC da Blindagem e urgência à anistia aos envolvidos no 8 de janeiro. Vamos por partes. |
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Primeiro, a PEC da Blindagem, que amplia a proteção de deputados e senadores contra processos. Depois, a urgência à anistia, projeto que pode reduzir ou perdoar penas de condenados pelos atos de 8 de janeiro. |
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A PEC da Blindagem |
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Aprovada por 344 a 133, a PEC altera as regras de investigação e punição para deputados e senadores. A ideia central é criar novas camadas de proteção para os mandatos. |
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Exemplo: O STF só poderá abrir um processo criminal contra um parlamentar se tiver antes a autorização da própria Câmara ou do Senado, em votação secreta. |
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O pacote ainda amplia o foro privilegiado, presidentes de partidos com representação no Congresso passam a ser julgados diretamente no STF, assim como acontece com deputados, senadores e ministros. |
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Após as explicações, o ministro deve decidir sobre o pedido de barrar a tramitação da proposta. |
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A urgência da anistia |
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O grande ponto de discussão é onde entrará Bolsonaro nessa, agora condenado pelo STF como "líder da tentativa de golpe de Estado". O texto original previa perdão amplo, mas, agora, deve vir uma versão "light", com redução de penas. |
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Nesse formato, o ex-presidente pode ficar de fora, embora a oposição siga pressionando por uma anistia total — que o inclua no pacote. |
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Zoom out: As duas votações, na semana após o julgamento, funcionam como um contra-ataque do Congresso ao STF. Um recado que deputados e senadores dão, de que não querem apenas assistir às decisões da Justiça. Por The News |














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